
Enquanto em Centro do Guilherme o pau tá torando, com denúncias escancaradas e marajás sendo puxados para a luz, em Governador Nunes Freire impera o silêncio conveniente.
O prefeito Fernando (PL) e sua esposa, Sônia Maria, secretária municipal de Educação — e curiosamente peça central na engrenagem do FUNDEB — parecem ter adotado a política do “não vi, não sei, não explico”.
Sem Transparência e Prestação de contas.
Respeito ao educador? Inexistente.
Juridicamente falando, o silêncio da gestão não afasta responsabilidade, pelo contrário: reforça indícios de possível violação aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade, publicidade e impessoalidade, previstos no art. 37 da Constituição Federal.
Quando o gestor público se cala diante de questionamentos sobre recursos vinculados, como o FUNDEB, o silêncio deixa de ser estratégia e passa a ser sintoma.
E diante da completa falta de transparência, a pergunta que ecoa nas salas de aula é inevitável: o dinheiro da educação ficou na escola… ou ficou em casa?
FUNDEB não é dote matrimonial, não é cofre familiar e muito menos patrimônio político. É dinheiro carimbado do educador, e quem administra tem o dever legal de explicar cada centavo.
O silêncio do prefeito Fernando PL e da secretária Sônia Maria não protege a gestão — apenas agrava a suspeita. E quem gere recurso público deve satisfação pública sempre.
Alô Ministerio Publico bora trabalharrrrrrrrrrrrrrr!
Tao dormindo demais enquanto o Prefeito Brinca com a cara do Judiciário e do Fiscal da Lei.
Essa cidade tem promotor de Justiça?
Restam varios questionamentos acerca do destino desses valores.