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APOIO POLÊMICO: VEREADOR PAULO VICTOR CONTA COM SUPORTE DE EX-PREFEITO DENUNCIADO POR 41 CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA


O vereador de São Luís e pré-candidato a deputado estadual, Paulo Victor, tem chamado atenção não apenas por suas movimentações políticas, mas também pelas alianças que vem firmando em sua caminhada rumo à Assembleia Legislativa do Maranhão. Uma das mais recentes é o apoio do ex-prefeito de Presidente Vargas, Luiz Gonzaga Coqueiro Sobrinho, conhecido como Gonzaga Júnior.

O encontro entre os dois foi registrado em uma foto publicada nas redes sociais, onde Paulo Victor aparece ao lado de Gonzaga Júnior e outro aliado político, com a legenda: “Também recebi o amigo Gonzaga Jr, ex-prefeito de Presidente Vargas. Vamos juntos pelo Maranhão”. O que chama atenção, porém, é o histórico do ex-prefeito que o acompanha.

Gonzaga Júnior é alvo de três denúncias protocoladas pela Promotoria de Justiça de Vargem Grande, sendo acusado de 41 crimes contra a Lei de Licitações, referentes à sua gestão em 2012. De acordo com o Ministério Público, ele teria celebrado contratos sem licitação, o que causou um prejuízo superior a R$ 400 mil aos cofres públicos. As irregularidades envolvem a aquisição de merenda escolar e o pagamento de serviços sem comprovação legal.

O apoio de Gonzaga Júnior à candidatura de Paulo Victor levanta questionamentos sobre os critérios políticos adotados por quem busca representar o povo maranhense. Enquanto a sociedade clama por ética e responsabilidade na política, alianças com figuras investigadas por corrupção seguem manchando a imagem de projetos que prometem renovação, mas se apoiam em velhas práticas.

Em tempos de eleições, é cada vez mais importante que o eleitor esteja atento não apenas às promessas, mas também às companhias que cada candidato escolhe levar consigo.

Ex-prefeito de Cidelândia Fernando Teixeira é alvo de ação de Improbidade por irregularidades no Arraiá da Cida 2023


O ex-prefeito de Cidelândia, Fernando Augusto Coelho Teixeira, passou a ser réu em Ação de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Município, em razão de supostas irregularidades na execução do Convênio nº 98/2023, firmado com o Governo do Estado do Maranhão para a realização do São João 2023.

Segundo consta na ação, o evento ocorreu entre os dias 23 e 29 de junho de 2023, porém as contratações necessárias para sua realização só foram formalizadas após o encerramento da festa, com adesão à ata de registro de preços e assinatura de contrato apenas no mês de julho do mesmo ano .

A documentação reunida no processo aponta que a execução das despesas teria ocorrido sem o devido procedimento administrativo prévio, o que contraria normas básicas da administração pública e compromete o controle da legalidade dos gastos.

Durante a análise da prestação de contas, a Secretaria de Estado da Cultura (SECMA) identificou falhas relevantes, entre elas a existência de nota de empenho de elevado valor, sem identificação clara da autoridade responsável pela autorização da despesa, circunstância que fragiliza a transparência e a rastreabilidade do uso dos recursos públicos .

O ex-prefeito Fernando Augusto Coelho Teixeira foi formalmente notificado para apresentar esclarecimentos e documentos complementares, mas, conforme narrado na ação, não apresentou manifestação dentro do prazo concedido, o que levou à reprovação integral da prestação de contas do convênio pelo órgão estadual.

Com a ação judicial, o Município busca a responsabilização do ex-gestor, incluindo possível ressarcimento ao erário, aplicação de multa e demais sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa. O processo segue em tramitação na Vara da Fazenda Pública da Comarca de Açailândia.

Prefeito Fernando do PL curte Carnaval em São Luis enquanto população pede socorro em protesto na MA-106


O protesto realizado na MA-106, no trecho entre Governador Nunes Freire e Turilândia, escancarou mais uma vez o sentimento de abandono vivido pela população da região do Alto Turi.

Cansados da buraqueira, dos prejuízos e do risco constante de acidentes, moradores decidiram ocupar a rodovia para cobrar providências imediatas do poder público. No entanto, uma ausência chamou atenção: prefeito Fernando PL, gestor de Governador Nunes Freire.

Diante da gravidade da situação, era esperado que o prefeito estivesse presente no local, dialogando com os manifestantes e, principalmente, dando uma resposta concreta à população.

Mais do que comparecer, deveria utilizar sua influência política e cobrar soluções por meio de seus principais aliados: o deputado federal Josimar Maranhãozinho e a deputada estadual Fabiana Vilar, ambos do PL e apontados como representantes diretos do grupo político do prefeito na esfera estadual e federal.

Causa estranheza o silêncio desses parlamentares, especialmente porque são conhecidos na região como grandes executores de obras, reformas e construções em diversos municípios do Alto Turi, incluindo Governador Nunes Freire. Quando se trata de obras consideradas “grandes” ou de maior visibilidade política, os recursos aparecem. Já no caso da MA-106, uma rodovia essencial para o escoamento da produção, transporte de estudantes, trabalhadores e pacientes, o desinteresse parece evidente.

Fica a pergunta que ecoa entre os manifestantes e a população em geral: por que os deputados Josimar Maranhãozinho e Fabiana Vilar não conseguem – ou não querem – ajudar na recuperação da MA-106? Existe algum motivo oculto para essa falta de empenho? A obra não seria considerada lucrativa politicamente? Ou não atende a interesses específicos de grupos que comandam o poder na região?

A população de Governador Nunes Freire e de todo o Alto Turi merece respeito, transparência e, acima de tudo, estradas em condições dignas de trafegabilidade.

Vereador de São Luis, Marlon Botão tenta a todo custo se vender como representante da Zona Rural, mas narrativa fracassa


O vereador Marlon Botão tem insistido, de forma repetitiva, em se auto-intitular “representante da Zona Rural”, numa tentativa clara de construir uma imagem política que não condiz com a realidade dos fatos. A estratégia, no entanto, vem encontrando resistência e sendo vista por moradores como forçada e oportunista, já que faltam ações concretas que comprovem tal representação.

Na prática, o discurso não se sustenta. Comunidades rurais seguem enfrentando estradas em péssimas condições, falta de apoio à agricultura familiar, ausência de investimentos básicos e abandono do poder público, enquanto o vereador prefere apostar em marketing político e presença pontual em eventos, tentando colher dividendos eleitorais.

Um exemplo recente dessa tentativa de se aproximar da população rural é a ligação do nome do vereador ao Festejo de Reis do Alecrim 2026, que acontecerá no bairro do Maracanã.

Embora o festejo seja uma manifestação cultural importante e mereça valorização, moradores questionam o uso político do evento como forma de autopromoção, sem que haja, de fato, benefícios contínuos ou políticas públicas voltadas à Zona Rural.

Para muitos, participar de festejos e eventos pontuais não torna ninguém representante legítimo de uma região.

Representar a Zona Rural exige compromisso permanente, presença nas comunidades, escuta ativa da população e, principalmente, resultados concretos.

A insistência de Marlon Botão em se autoproclamar representante rural, sem apresentar conquistas efetivas, reforça a percepção de que se trata de uma tentativa frustrada de criar uma bandeira política artificial, desconectada das reais necessidades do povo.

Enquanto isso, a Zona Rural segue aguardando não discursos, mas ações reais, investimentos e respeito. A população já começa a demonstrar que não se deixa enganar apenas por palavras ou aparições estratégicas.

               

Gigi Araújo declara apoio a candidata presa por desvio de R$ 56 milhões em Turilândia e decepciona quem esperava uma oposição de verdade em Matões do Norte


O discurso de mudança, moralidade e combate à corrupção começa a ruir quando as alianças políticas vêm à tona. É exatamente isso que acontece com Gigi Araújo, que se apresenta como candidato de oposição em Matões do Norte, mas sinaliza apoio a uma candidata de Turilândia que foi presa e é investigada por suposto desvio de cerca de R$ 56 milhões dos cofres públicos, segundo denúncias amplamente conhecidas na região.

A possível aliança causa indignação e revolta entre eleitores que acreditavam que Gigi Araújo representaria uma alternativa ao velho modelo político, marcado por esquemas, escândalos e prejuízos à população. Ao se aproximar de figuras envolvidas em investigações graves, o candidato vai na contramão do que o povo esperava de alguém que se diz oposição.

Não se trata apenas de estratégia política, mas de valores. Quem se propõe a combater a corrupção não pode, ao mesmo tempo, dar respaldo a personagens que simbolizam justamente tudo o que há de errado na política maranhense. Essa postura levanta questionamentos inevitáveis:

👉 Que tipo de gestão Gigi Araújo pretende implantar?

👉 A “oposição” defendida por ele é apenas discurso eleitoral?

Para muitos moradores de Matões do Norte, o gesto deixa claro que, na prática, a corrupção não é um problema quando há interesse político envolvido. Apoiar alguém com histórico de prisão e acusações milionárias é, no mínimo, normalizar o desvio de recursos públicos, dinheiro que deveria ter sido investido em saúde, educação e infraestrutura para o povo.

Essa movimentação revela a verdadeira face de um projeto político que se dizia diferente, mas que repete as mesmas alianças, os mesmos vícios e os mesmos erros do passado. A população, cada vez mais atenta, começa a perceber que nem toda oposição é sinônimo de mudança.

No fim das contas, fica a reflexão: Matões do Norte merece um futuro limpo ou mais do mesmo? Porque apoiar figuras envolvidas em escândalos mostra que, para alguns candidatos, a corrupção só é ruim quando está do outro lado.

                

Deputados do PL podem perder mandatos e desdobramentos podem acarretar em prisões após ação na cidade de Turilândia


O mês de março deve ser marcado por forte turbulência política para a bancada do Partido Liberal (PL). Enquanto a legenda intensifica investimentos milionários em estratégias de comunicação para tentar melhorar sua imagem perante a opinião pública, os desdobramentos jurídicos continuam avançando nos bastidores de Brasília.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA), acusado de suposta cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares. A denúncia reacende o debate sobre práticas irregulares envolvendo o uso de recursos públicos e amplia o desgaste do partido no cenário nacional onde vários parlamentares estão envolvidos.

Nos corredores do Congresso, a avaliação é de que os problemas judiciais têm se tornado recorrentes entre integrantes da legenda. Críticos afirmam que a sucessão de investigações e denúncias levanta questionamentos sobre os critérios de fortalecimento político dentro do partido.

Com o calendário eleitoral se aproximando, a dúvida que paira é se, até 2026, o PL conseguirá apresentar um quadro político livre de acusações graves ou se as investigações continuarão a impactar diretamente sua credibilidade junto ao eleitorado.

Secretário de Cultura Yuri Arruda e Abimael Berredo promovem um dos maiores Réveillons do país na Avenida Litorânea, em São Luís


A capital maranhense entrou definitivamente no circuito dos grandes eventos nacionais. Sob a coordenação do secretário de Cultura, Yuri Arruda, e de seu adjunto, Abimael Berredo, São Luís será palco de um dos maiores Réveillons do Brasil.

O evento terá programação diversificada, estrutura grandiosa e atrações que valorizaram tanto artistas locais quanto nomes de projeção nacional, promovendo entretenimento de qualidade e segurança para moradores e turistas.

Yuri Arruda tem se destacado como uma verdadeira revelação à frente da Secretaria de Cultura, imprimindo uma gestão moderna, dinâmica e focada na valorização da cultura popular aliada ao desenvolvimento econômico. Ao lado de Abimael Berredo, o secretário vem mostrando que investir em cultura é também investir em geração de emprego e renda.

O sucesso do Réveillon é reflexo direto da organização, planejamento e diálogo com os setores culturais.

Expectativa para o Carnaval 2026

A gestão de Yuri Arruda e Abimael Berredo já trabalha para oferecer o melhor Carnaval do Pais em 2026, fortalecendo os blocos tradicionais, garantindo mais espaço para artistas maranhenses e atraindo um público ainda maior de turistas.

Além da festa, os eventos organizados pela Secretaria de Cultura vêm cumprindo um papel estratégico: movimentar a economia do estado, aquecer o comércio, fortalecer o turismo e projetar o Maranhão no cenário nacional como um polo cultural forte e organizado.

O Réveillon na Litorânea e o êxito dos últimos carnavais confirma que a Secretaria de Cultura segue bem representada.

                 

Prefeito de Cedral faz Pix de R$ 682 mil da conta do FUNDEB para livraria de fachada em suposta compra de livros de língua inglesa


Pagamentos realizados diretamente da conta do FUNDEB colocam a gestão do município de Cedral no centro de uma grave suspeita de mau uso de recursos da educação. No mês de dezembro, a Prefeitura efetuou transferências via Pix que somam R$ 682.630,00, supostamente para a compra de livros da língua inglesa, destinados à rede municipal de ensino.

Os extratos bancários indicam duas transferências principais, ambas direcionadas ao mesmo CNPJ, nos valores de R$ 597.060,00 e R$ 85.170,00, além de uma terceira movimentação de menor valor. Todos os pagamentos foram registrados como “transferência enviada” e partiram diretamente da conta vinculada ao FUNDEB, fundo com finalidade constitucional específica.

O ponto central da controvérsia é que a empresa beneficiada, formalmente classificada como livraria, apresenta fortes indícios de ser empresa de fachada, sem estrutura física, estoque, histórico de fornecimento em larga escala ou capacidade operacional compatível com o recebimento de quase R$ 700 mil em um único mês, muito menos para atender toda a rede municipal de ensino.

Outro fator que agrava o caso é o timing dos pagamentos. As transferências foram feitas em dezembro, período historicamente associado a encerramentos contábeis e manobras de execução orçamentária de última hora, o que levanta suspeitas sobre eventual tentativa de escoamento de recursos públicos antes do fechamento do exercício financeiro.

Especialistas em controle externo ouvidos pela reportagem destacam que, caso não haja comprovação da efetiva entrega dos livros de língua inglesa, bem como da regularidade do processo licitatório, empenho, notas fiscais e atesto de recebimento, o episódio pode caracterizar desvio de finalidade, dano ao erário e ato de improbidade administrativa.

O uso de recursos do FUNDEB para aquisição de material didático é permitido, desde que haja necessidade pedagógica comprovada, planejamento prévio, processo regular de contratação e entrega efetiva do material  requisitos que, até o momento, não foram demonstrados publicamente pela gestão municipal.

Diante da gravidade dos fatos, o caso deve ser acompanhado de perto por órgãos como Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Controladoria-Geral, já que a legislação trata com rigor qualquer irregularidade envolvendo recursos da educação básica.

Fonte: Saraiva

Obras pintadas e povo esquecido: Prefeito Fernando do PL tenta vender ilusão política em Turilândia


O prefeito Fernando, filiado ao Partido Liberal (PL), vem sendo alvo de críticas crescentes em Turilândia por tentar convencer a população de que sua gestão é exemplo.

O discurso, no entanto, não convence quem enfrenta diariamente a dura realidade da falta de emprego, da precariedade na saúde pública e dos sérios problemas na educação.

Segundo moradores e lideranças locais, Fernando tem atuado como fantoche de um grupo político liderado pelo deputado federal Josimar Maranhãozinho, incentivando a adesão a um projeto que muitos classificam como autoritário e distante das reais necessidades do povo.

Enquanto isso, a cidade passa por uma maquiagem administrativa: ruas pintadas, obras superficiais e ações pontuais que rendem fotos, mas não resolvem os problemas reais.

Apesar da intensa propaganda institucional, o dinheiro público não circula na economia local.

Não há geração de empregos, o comércio segue enfraquecido e famílias continuam dependendo de favores e improvisos para ter acesso a serviços básicos. A saúde sofre com a falta de atendimento adequado e a educação segue sem os investimentos necessários para garantir um futuro melhor às crianças e jovens do município.

O mais grave, segundo críticos da gestão, é a tentativa de naturalizar esse modelo para Turilândia: muitas obras visuais, pouco resultado concreto e zero compromisso com políticas públicas duradouras.

Além disso, o histórico político de lideranças ligadas ao grupo levanta ainda mais desconfiança. Para muitos turilandenses, é inaceitável que figuras envolvidas em escândalos e episódios amplamente divulgados na imprensa sejam apresentadas como referência de boa governança.

A população começa a perceber que cidade bem pintada não significa cidade bem cuidada. E que propaganda não substitui emprego, saúde digna e educação de qualidade. Turilândia precisa de gestão séria, transparente e comprometida com o povo.