Alerta Maranhão - Notícias com responsabilidade

Consumidor denuncia concessionária Umuarama por venda de veículo zero com defeito em Bacabal


O proprietário Gabriel Soares Flores adquiriu um veículo Toyota SW4 zero quilômetro junto à concessionária Umuarama, localizada na cidade de Bacabal. Logo após a aquisição, o veículo passou a apresentar problemas mecânicos, apesar de ser novo.

O consumidor buscou solução junto à concessionária, porém houve omissão por parte da Umuarama, que não apresentou resposta eficaz nem providências concretas para resolver o defeito apresentado.
Paralelamente, o seguro Porto Seguro, que também foi acionado, igualmente se manteve inerte, sem oferecer qualquer solução ao cliente.

Ressalta-se que foi ultrapassado o prazo legal de 30 dias, previsto no Código de Defesa do Consumidor, para que fosse efetuada a troca do veículo ou a devolução integral do valor pago, sem que nenhuma dessas medidas fosse adotada.

Diante da negligência das empresas envolvidas, o consumidor ficou sem veículo, sem reembolso e sem resposta, permanecendo até a presente data à espera de providências por parte da concessionária Umuarama de Bacabal.

O espaço permanece aberto para o direito de resposta.

APOIO POLÊMICO: VEREADOR PAULO VICTOR CONTA COM SUPORTE DE EX-PREFEITO DENUNCIADO POR 41 CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA


O vereador de São Luís e pré-candidato a deputado estadual, Paulo Victor, tem chamado atenção não apenas por suas movimentações políticas, mas também pelas alianças que vem firmando em sua caminhada rumo à Assembleia Legislativa do Maranhão. Uma das mais recentes é o apoio do ex-prefeito de Presidente Vargas, Luiz Gonzaga Coqueiro Sobrinho, conhecido como Gonzaga Júnior.

O encontro entre os dois foi registrado em uma foto publicada nas redes sociais, onde Paulo Victor aparece ao lado de Gonzaga Júnior e outro aliado político, com a legenda: “Também recebi o amigo Gonzaga Jr, ex-prefeito de Presidente Vargas. Vamos juntos pelo Maranhão”. O que chama atenção, porém, é o histórico do ex-prefeito que o acompanha.

Gonzaga Júnior é alvo de três denúncias protocoladas pela Promotoria de Justiça de Vargem Grande, sendo acusado de 41 crimes contra a Lei de Licitações, referentes à sua gestão em 2012. De acordo com o Ministério Público, ele teria celebrado contratos sem licitação, o que causou um prejuízo superior a R$ 400 mil aos cofres públicos. As irregularidades envolvem a aquisição de merenda escolar e o pagamento de serviços sem comprovação legal.

O apoio de Gonzaga Júnior à candidatura de Paulo Victor levanta questionamentos sobre os critérios políticos adotados por quem busca representar o povo maranhense. Enquanto a sociedade clama por ética e responsabilidade na política, alianças com figuras investigadas por corrupção seguem manchando a imagem de projetos que prometem renovação, mas se apoiam em velhas práticas.

Em tempos de eleições, é cada vez mais importante que o eleitor esteja atento não apenas às promessas, mas também às companhias que cada candidato escolhe levar consigo.

Empresa Pinheiros Construções de São Vicente Ferrer dá calote em fornecedor, arrasta dívida por mais de dois anos e se esconde das cobranças


Um caso que vem chamando atenção no meio empresarial envolve a empresa Pinheiros Construções e seu proprietário, o empresário Luis Pinheiro, acusado por fornecedor de inadimplência prolongada e falta de compromisso comercial.

De acordo com relatos do credor e documentos que estariam à disposição para comprovação, a dívida, no valor de R$ 31.000,00 (trinta e um mil reais), já se arrasta há mais de dois anos, sem que haja qualquer solução concreta ou pagamento efetivo.

Segundo o fornecedor, diversas tentativas de cobrança foram realizadas ao longo desse período, incluindo contatos telefônicos, mensagens e buscas por diálogo amigável. No entanto, o empresário Luis Pinheiro estaria evitando atender ligações, responder mensagens e assumir qualquer posicionamento claro sobre o débito, o que tem gerado revolta e prejuízos ao credor.

Ainda conforme o relato, promessas de pagamento teriam sido feitas em diferentes ocasiões, mas nenhuma delas foi cumprida, caracterizando, na visão do fornecedor, uma postura de enrolação contínua e desrespeito às relações comerciais.

O caso expõe uma realidade enfrentada por muitos pequenos e médios fornecedores, que acabam financeiramente prejudicados quando empresas deixam de honrar compromissos assumidos, mesmo após longo período de espera e insistência por uma solução pacífica.

A reportagem ressalta que o espaço permanece aberto para que a empresa Pinheiros Construções e o empresário Luis Pinheiro apresentem sua versão dos fatos, esclareçam a situação da dívida e informem se há previsão de quitação do valor em aberto.

Enquanto isso, o fornecedor aguarda uma solução concreta para um problema que já ultrapassa dois anos, afetando sua atividade econômica e demonstrando a necessidade de maior responsabilidade nas relações empresariais.

                

Operação da PF sobre emendas intensifica tensão entre Parlamento, Planalto e STF

A operação da Polícia Federal que teve como alvo a funcionária da Câmara responsável pela distribuição das emendas parlamentares, Mariangela Fialek, conhecida como Tuca, desencadeou uma articulação entre deputados e senadores por uma reação ao Supremo Tribunal Federal (STF) e também ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nos bastidores do Congresso, uma ala de parlamentares avalia que o Planalto poderia estar por trás da ação determinada pelo ministro Flávio Dino.

As informações foram publicadas pela colunista Malu Gaspar, do O Globo. Segundo a reportagem, líderes de todos os partidos foram convocados a retornar a Brasília para uma reunião de emergência na Câmara, na noite de sexta-feira (12), com o objetivo de discutir uma resposta institucional à operação, em meio a uma sequência de atritos recentes entre o Legislativo e o Supremo.

No pedido encaminhado pela Polícia Federal ao ministro Flávio Dino, os investigadores citam relatos de pressão política, envio de planilhas sem identificação de autoria e centralização das decisões sobre a destinação de recursos bilionários das emendas parlamentares, que teriam servido para favorecer interesses do então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), durante o período de consolidação do orçamento secreto.

Embora Arthur Lira não seja alvo direto da operação, ele aparece citado em depoimentos como o principal interessado nas movimentações atribuídas à ex-assessora. Em conversas reservadas, lideranças do Congresso afirmam que uma investigação mais profunda inevitavelmente avançaria sobre ministérios responsáveis pela execução dos pagamentos, já que cabe aos deputados indicar as emendas, mas aos ministérios do governo Lula autorizar e efetivar os repasses.

A interlocutores, Lira sustentou que as planilhas organizadas por Tuca indicariam quem, no governo, autorizou cada envio de recursos, o que, segundo ele, poderia atingir integrantes do primeiro escalão, como a ministra Gleisi Hoffmann, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, entre outros auxiliares do presidente.

Diante do avanço das apurações, deputados passaram a discutir medidas para conter o STF, incluindo o apoio a propostas no Senado que limitam decisões monocráticas da Corte, enquanto o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), tenta conter os ânimos apesar de enfrentar uma crise de liderança e ter pouco espaço político para arrefecer o conflito entre os poderes.