Alerta Maranhão - Notícias com responsabilidade

Prefeito Jadeco é visto em loja de veículos durante expediente enquanto o Municipio de Apicum- Açu vive abandono administrativo


O prefeito Jadeco, do município de Apicum- Açu, no Litoral, foi visto em pleno horário de expediente da Prefeitura circulando pela cidade de São Luís, mais precisamente em uma loja de veículos no bairro do Turu, onde, segundo relatos, estaria avaliando a possibilidade de adquirir um veículo novo.

A situação chama atenção e causa revolta entre moradores da cidade , que denunciam o total descaso da atual gestão com os problemas básicos do município.
Enquanto a população enfrenta dificuldades na saúde, infraestrutura precária e abandono administrativo, o gestor municipal estaria resolvendo interesses pessoais fora da cidade que governa.

Outro ponto que gera críticas é o fato de a Prefeitura estar sob forte influência familiar, com a esposa do prefeito, Renata Monteiro, exercendo funções e mantendo grande poder dentro da administração municipal — prática que muitos classificam como “queimação” da máquina pública e aparelhamento da gestão.

Moradores cobram explicações:
— Quem governa quando o prefeito está fora em horário de trabalho?
— Quais prioridades estão sendo adotadas pela gestão?

A população espera que o prefeito se posicione oficialmente e esclareça os fatos, pois a cidade precisa de gestão presente, compromisso público e respeito ao dinheiro do contribuinte, não de ausências injustificadas em momentos críticos para o município.

EMPRESA 4MA ENGENHARIA LTDA. QUE PRESTA SERVIÇO A GESTAO DR. JULINHO EM SAO JOSE DE RIBAMAR, ESTA DANDO CALOTE NOS FORNECEDORES


Empresa 4MA Engenharia LTDA. CNPJ: 32.253.402/0001-94 representada pela sócia Majoritária: Maysa Julyanna Carvalho Gomes, volta a ser alvo de denúncias por atraso no pagamento de fornecedores no Maranhão.

A empresa 4MA Engenharia, que mantém contratos ativos com o Governo do Estado do Maranhão, volta a se envolver em polêmicas. Desta vez, as denúncias partem de fornecedores e prestadores de serviços que afirmam não estar recebendo pelos trabalhos executados em obras sob responsabilidade da empresa.

Segundo relatos encaminhados a esta página, diversos fornecedores continuam prestando serviços normalmente, confiando nos contratos firmados com a 4MA, porém os pagamentos não estariam sendo efetuados, mesmo após a conclusão das etapas previstas.

A situação tem gerado revolta e preocupação entre pequenos empresários e trabalhadores que dependem desses valores para manter suas atividades.

Ainda de acordo com as denúncias, a empresa estaria acumulando dívidas com vários fornecedores e, quando cobrada, apresenta apenas justificativas e desculpas, sem apresentar prazos concretos para quitação dos débitos. Em alguns casos, os fornecedores afirmam que sequer recebem retorno formal da empresa.

A reincidência desse tipo de reclamação levanta questionamentos sobre a gestão financeira da 4MA Engenharia e sobre a fiscalização dos contratos públicos firmados com o Estado.

Fornecedores cobram uma postura mais firme dos órgãos responsáveis, para evitar que prejuízos continuem recaindo sobre quem executa os serviços na ponta.

Este espaço permanece aberto para que a 4MA Engenharia ou seus representantes possam se manifestar e apresentar esclarecimentos sobre as denúncias apresentadas.

Empresas ligadas ao sobrenome Calado acumulam mais de R$ 16 milhões em contratos públicos no Maranhão


Saiba um pouco sobre esse grupo e seus possíveis laranjas, um levantamento feito a partir de dados oficiais de portais de transparência, Diários Oficiais e registros de contratos públicos revela a concentração de milhões de reais em contratos firmados entre prefeituras maranhenses e empresas ligadas ao mesmo núcleo empresarial, identificado em reportagens e bastidores políticos como grupo Calado que não tem nenhum endereço oficial sequer.

O grupo não existe formalmente como holding ou conglomerado registrado. Ainda assim, a repetição de empresas com sobrenomes semelhantes, atuação nos mesmos ramos e presença constante em licitações públicas levanta questionamentos legítimos sobre a destinação de recursos públicos e a efetiva concorrência nos certames.

A DISMA no centro dos contratos

No centro desse conjunto empresarial está a DISMA Distribuidora do Maranhão Ltda, empresa que tem como sócia e administradora Lidayana Figueiredo Soares Calado, conforme consta nos registros da Receita Federal.

A DISMA atua no fornecimento de medicamentos, materiais hospitalares e produtos de limpeza, setores estratégicos e altamente dependentes de compras públicas. Somente entre 2024 e 2025, a empresa aparece como vencedora de contratos em diversas prefeituras do Maranhão, com valores que variam de centenas de milhares a cifras milionárias.

Um exemplo é o contrato firmado com a Prefeitura de Sambaíba, no valor de R$ 801.055,01, para fornecimento de medicamentos em 2025. Esse contrato é apenas um entre vários que integram o volume expressivo de recursos movimentados pela empresa no período analisado.

Outras empresas que aparecem no mesmo entorno

Além da DISMA, outras empresas surgem em contratos públicos e levantamentos jornalísticos como integrantes do mesmo ambiente empresarial:

• LF Soares Eireli, com atuação semelhante no fornecimento de produtos e serviços

• Lidayana F Soares Ltda Calado Atacado, registrada com objeto compatível ao da DISMA

• Construtora Conserve, ligada a empresário com sobrenome semelhante e atuação em obras e serviços públicos

Embora nem todas tenham, nos registros oficiais, a mesma sócia formal, o padrão chama atenção. São empresas com nomes próximos, que atuam nos mesmos setores e aparecem em contratos públicos firmados em períodos próximos, muitas vezes em municípios diferentes.

Valores que despertam atenção

De acordo com o cruzamento de dados publicados por blogs investigativos e informações extraídas de contratos públicos, as empresas associadas a esse núcleo empresarial somam aproximadamente R$ 16.077.152,86 em contratos firmados com prefeituras maranhenses apenas nos anos de 2024 e 2025.

Os contratos envolvem principalmente:

• fornecimento de medicamentos e insumos hospitalares

• materiais de limpeza

• serviços diversos

• adesões a atas de registro de preços

A repetição desses contratos, somada ao volume financeiro, levanta questionamentos sobre a concentração de recursos públicos em empresas ligadas ao mesmo núcleo de interesses.

Padrões que merecem apuração

Especialistas em licitações ouvidos por veículos locais costumam alertar que contratos públicos, por si só, não indicam irregularidade. No entanto, padrões como os observados nesse caso costumam acender alertas nos órgãos de controle, especialmente quando há:

• repetição de vencedores em diferentes municípios

• empresas com vínculos familiares ou comerciais evidentes

• alternância de CNPJs em licitações semelhantes

• contratos firmados em sequência ou por adesão

• capital social considerado baixo diante do volume contratado

Esses elementos, quando analisados em conjunto, costumam motivar auditorias e investigações mais aprofundadas.

Grupo econômico de fato

Mesmo sem a existência formal de um grupo econômico registrado, o cenário observado permite levantar a hipótese de um grupo econômico de fato, caracterizado pela atuação convergente de empresas distintas, mas conectadas por interesses comuns.

Esse tipo de estrutura, quando confirmado, é relevante para fins de fiscalização, pois pode afetar a concorrência real e a isonomia entre os participantes das licitações.

O que dizem os registros oficiais

Até o momento, não há decisão judicial que aponte ilegalidade ou irregularidade comprovada nos contratos firmados pelas empresas citadas. Todas as informações desta matéria têm como base documentos públicos, registros oficiais e publicações jornalísticas.

Ainda assim, o volume de recursos movimentados, a recorrência dos contratos e a presença de empresas com vínculos aparentes justificam o interesse público e o acompanhamento atento por parte da sociedade e dos órgãos de fiscalização.

Dinheiro público exige vigilância

A fiscalização da aplicação de recursos públicos é um dever permanente. Casos como este reforçam a necessidade de transparência, concorrência efetiva e controle rigoroso sobre contratos firmados pelas administrações municipais.

O blog seguirá acompanhando novos contratos, aditivos e possíveis desdobramentos envolvendo as empresas citadas, mantendo o compromisso com a informação, o interesse público e a responsabilidade jornalística.

Quando o prefeito e o legislativo se cala, a suspeita cresce: o mistério do FUNDEB em Governador Nunes Freire


Enquanto em Centro do Guilherme o pau tá torando, com denúncias escancaradas e marajás sendo puxados para a luz, em Governador Nunes Freire impera o silêncio conveniente.

O prefeito Fernando (PL) e sua esposa, Sônia Maria, secretária municipal de Educação — e curiosamente peça central na engrenagem do FUNDEB — parecem ter adotado a política do “não vi, não sei, não explico”.

Sem Transparência e Prestação de contas.
Respeito ao educador? Inexistente.

Juridicamente falando, o silêncio da gestão não afasta responsabilidade, pelo contrário: reforça indícios de possível violação aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade, publicidade e impessoalidade, previstos no art. 37 da Constituição Federal.

Quando o gestor público se cala diante de questionamentos sobre recursos vinculados, como o FUNDEB, o silêncio deixa de ser estratégia e passa a ser sintoma.

E diante da completa falta de transparência, a pergunta que ecoa nas salas de aula é inevitável: o dinheiro da educação ficou na escola… ou ficou em casa?

FUNDEB não é dote matrimonial, não é cofre familiar e muito menos patrimônio político. É dinheiro carimbado do educador, e quem administra tem o dever legal de explicar cada centavo.

O silêncio do prefeito Fernando PL e da secretária Sônia Maria não protege a gestão — apenas agrava a suspeita. E quem gere recurso público deve satisfação pública sempre.

Alô Ministerio Publico bora trabalharrrrrrrrrrrrrrr!

Tao dormindo demais enquanto o Prefeito Brinca com a cara do Judiciário e do Fiscal da Lei.

Essa cidade tem promotor de Justiça?

Restam varios questionamentos acerca do destino desses valores.

Empresário Ademar emplaca contratos de R$ 16,2 milhões com Prefeitura de Balsas sob suspeita de irregularidades


Uma empresa de Vitória do Mearim, A C Empreendimentos, que pertence ao empresário Ademar, fechou 5 contratos com a prefeitura de Balsas, no Maranhão, totalizando R$ 16.276.334,40, sem que houvesse uma explicação clara para a escolha da empresa. Os contratos incluem serviços de limpeza de fossa, distribuição de água e aluguel de máquinas pesadas.

Os contratos foram firmados com diferentes secretarias municipais, incluindo Finanças, Educação, Saúde e Assistência Social, e têm vigência que varia de 2025 a 2026. A falta de transparência e a aparente falta de processo licitatório levantam suspeitas de irregularidades e favorecimento.

Os contratos são:

Contrato 621/2025: Serviços de limpa fossa e distribuição de água para a Secretaria Municipal de Finanças (R$ 816.076,80)

Contrato 624/2025: Serviços de limpa fossa e distribuição de água para a Secretaria Municipal de Educação (R$ 1.020.096,00)

Contrato 623/2025: Serviços de limpa fossa e distribuição de água para a Secretaria Municipal de Saúde (R$ 2.040.192,00)

Contrato 622/2025: Serviços de limpa fossa e distribuição de água para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Trabalho (R$ 1.020.096,00)

Contrato 460: Locação de máquinas pesadas e veículos para a Secretaria Municipal de Finanças (R$ 11.379.873,60)

A situação deve ser investigada por órgãos de controle e levanta questionamentos sobre a gestão do prefeito Alan da Marissol (PRD).

                

Conheça Diegão da Madeireira, o homem de confiança e operador financeiro de Josimar Maranhaozinho


Derrotado nas eleições municipais de 2024, na cidadde Vargem Grande, Diegão da Madeireira volta ao centro do debate politico regional.  Diegão carrega um histórico que levanta questionamentos cada vez mais recorrentes nos bastidores da política maranhense.

Diegão continua sendo apontado como articulador financeiro e braço operacional de confiança do deputado federal Maranhãozinho, atuando principalmente no setor da Construção Civil, por meio de empresas e contratos firmados com prefeituras comandadas pelo Partido Liberal (PL).

🗳️ Derrota nas urnas e atuação nos bastidores

A derrota em Vargem Grande não significou o afastamento de Diegão do jogo político. Pelo contrário. Informações levantadas pelo blog indicam que, nos bastidores, ele segue influente na engenharia financeira de contratos públicos, mantendo proximidade com gestões municipais alinhadas ao grupo político do PL.

🏗️ 2026 chegou e começam os contratos para reformas de entes publicos.

Segundo denúncias que começam a ganhar corpo, Diegão da Madeireira estaria envolvido na obtenção de contratos públicos por meio de processos licitatórios supostamente direcionados, especialmente no ramo da Construção Civil, sempre em municípios onde o PL mantém controle político.

Entre as cidades citadas nas apurações preliminares estão:

Boa Vista do Gurupi, Maracaçume, Maranhaozinho entre outros.

A repetição de empresas, padrões semelhantes de licitação e a proximidade política dos envolvidos levantam que

estionamentos que exigem explicações claras e transparência por parte dos gestores e empresários beneficiados.

Iremos trazer alguns contratos operados pelo candidato que perdeu as eleicoes em Vargem Grande

Esposa, sogra, irmã, sobrinha e mãe de ex-prefeito de Vargem Grande recebem pagamento irregular de abono do Fundeb


Uma grave denúncia envolvendo recursos do Fundeb veio à tona em Vargem Grande e aponta o pagamento irregular de quase R$ 50 mil a familiares do ex-prefeito Carlinhos Barros (PCdoB), todos sem vínculo comprovado com a área da educação.

De acordo com as informações, os valores foram pagos no dia 30 de dezembro de 2025, a título de abono da sobra do Fundeb, recurso que, por lei, deve ser destinado exclusivamente a profissionais da educação básica em efetivo exercício.

Entre os beneficiados estaria Letícia Dallety da Silva Dias, esposa do ex-prefeito, que ocupa o cargo de assessora do município, mas não possui vínculo com a educação. Ela teria recebido R$ 7.114,88.

Também constam na lista: Reginalda Reis da Silva, sogra do ex-prefeito, que teria recebido R$ 8.608,38; Maria Graciete de Oliveira Barros, irmã de Carlinhos Barros e residente no município vizinho de Presidente Vargas, com pagamento de R$ 10.271,92; Géssica Mayra Barros Mendes, sobrinha do ex-gestor, que recebeu R$ 7.114,88.

Outro pagamento que chama atenção é o da mãe do ex-prefeito, Maria das Graças de Oliveira Barros, idosa e aposentada, que teria recebido uma transferência da conta do Fundeb considerada atípica no valor de R$ 12 mil, creditada diretamente em sua conta poupança.

As denúncias indicam ainda que o então secretário municipal de Educação, Nonato Costa, teria movimentado mais de R$ 150 mil em apenas um dia, distribuindo recursos da sobra do Fundeb entre familiares, servidores e supostos “laranjas”.

Vale destacar que a cidade é administrada por Preto, ex-funcionário de Carlinhos Barros, que seria quem, de fato, exerce o comando político do município.

A população cobra esclarecimentos dos órgãos de controle, como o Polícia Federal, Ministério Público Federal, Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União e demais autoridades competentes.

Prefeito de Fortuna está na lista para receber a visita do Gaeco e da Polícia Federal


O Ministério Público do Maranhão abriu um Inquérito Civil para apurar suspeitas de direcionamento e outras irregularidades na Tomada de Preços nº 006/2021 da Prefeitura de Fortuna, contrato estimado em R$ 1.421.662,65 e vencido pela empresa KAL Construções e Projetos EIRELI-EPP.

A investigação começou após indícios de falhas graves apontadas pela área técnica do MP, como:
• edital sem assinatura,
• cláusulas restritivas à competitividade,
• violação aos princípios da isonomia e moralidade.

Além das irregularidades, o Município passou a ser investigado também por resistir reiteradamente ao envio de documentos. A omissão obrigou o MP a recorrer à Justiça para exigir a exibição do processo licitatório. Mesmo com decisão judicial, a Prefeitura não entregou os documentos de forma acessível, o que o órgão classifica como inércia injustificada.

Diante da gravidade do caso e do risco ao patrimônio público, o procedimento foi elevado a Inquérito Civil para subsidiar possíveis ações por improbidade administrativa, que podem atingir tanto gestores quanto empresas beneficiadas.

O MP agora determinou prazo de 15 dias úteis para a Prefeitura entregar todo o processo licitatório e também requisitou informações ao TCE-MA. Após análise, podem ser adotadas medidas judiciais mais duras.

Vereador de São Luis, Marlon Botão tenta a todo custo se vender como representante da Zona Rural, mas narrativa fracassa


O vereador Marlon Botão tem insistido, de forma repetitiva, em se auto-intitular “representante da Zona Rural”, numa tentativa clara de construir uma imagem política que não condiz com a realidade dos fatos. A estratégia, no entanto, vem encontrando resistência e sendo vista por moradores como forçada e oportunista, já que faltam ações concretas que comprovem tal representação.

Na prática, o discurso não se sustenta. Comunidades rurais seguem enfrentando estradas em péssimas condições, falta de apoio à agricultura familiar, ausência de investimentos básicos e abandono do poder público, enquanto o vereador prefere apostar em marketing político e presença pontual em eventos, tentando colher dividendos eleitorais.

Um exemplo recente dessa tentativa de se aproximar da população rural é a ligação do nome do vereador ao Festejo de Reis do Alecrim 2026, que acontecerá no bairro do Maracanã.

Embora o festejo seja uma manifestação cultural importante e mereça valorização, moradores questionam o uso político do evento como forma de autopromoção, sem que haja, de fato, benefícios contínuos ou políticas públicas voltadas à Zona Rural.

Para muitos, participar de festejos e eventos pontuais não torna ninguém representante legítimo de uma região.

Representar a Zona Rural exige compromisso permanente, presença nas comunidades, escuta ativa da população e, principalmente, resultados concretos.

A insistência de Marlon Botão em se autoproclamar representante rural, sem apresentar conquistas efetivas, reforça a percepção de que se trata de uma tentativa frustrada de criar uma bandeira política artificial, desconectada das reais necessidades do povo.

Enquanto isso, a Zona Rural segue aguardando não discursos, mas ações reais, investimentos e respeito. A população já começa a demonstrar que não se deixa enganar apenas por palavras ou aparições estratégicas.

               

Gigi Araújo declara apoio a candidata presa por desvio de R$ 56 milhões em Turilândia e decepciona quem esperava uma oposição de verdade em Matões do Norte


O discurso de mudança, moralidade e combate à corrupção começa a ruir quando as alianças políticas vêm à tona. É exatamente isso que acontece com Gigi Araújo, que se apresenta como candidato de oposição em Matões do Norte, mas sinaliza apoio a uma candidata de Turilândia que foi presa e é investigada por suposto desvio de cerca de R$ 56 milhões dos cofres públicos, segundo denúncias amplamente conhecidas na região.

A possível aliança causa indignação e revolta entre eleitores que acreditavam que Gigi Araújo representaria uma alternativa ao velho modelo político, marcado por esquemas, escândalos e prejuízos à população. Ao se aproximar de figuras envolvidas em investigações graves, o candidato vai na contramão do que o povo esperava de alguém que se diz oposição.

Não se trata apenas de estratégia política, mas de valores. Quem se propõe a combater a corrupção não pode, ao mesmo tempo, dar respaldo a personagens que simbolizam justamente tudo o que há de errado na política maranhense. Essa postura levanta questionamentos inevitáveis:

👉 Que tipo de gestão Gigi Araújo pretende implantar?

👉 A “oposição” defendida por ele é apenas discurso eleitoral?

Para muitos moradores de Matões do Norte, o gesto deixa claro que, na prática, a corrupção não é um problema quando há interesse político envolvido. Apoiar alguém com histórico de prisão e acusações milionárias é, no mínimo, normalizar o desvio de recursos públicos, dinheiro que deveria ter sido investido em saúde, educação e infraestrutura para o povo.

Essa movimentação revela a verdadeira face de um projeto político que se dizia diferente, mas que repete as mesmas alianças, os mesmos vícios e os mesmos erros do passado. A população, cada vez mais atenta, começa a perceber que nem toda oposição é sinônimo de mudança.

No fim das contas, fica a reflexão: Matões do Norte merece um futuro limpo ou mais do mesmo? Porque apoiar figuras envolvidas em escândalos mostra que, para alguns candidatos, a corrupção só é ruim quando está do outro lado.